Olá, bem vindo ao meu canal! Aqui você encontrará gameplays dos mais diversos tipos de jogo, em especial, os antigos que é a minha praia, mas também dou chance a alguns lançamentos mais recentes. Os vídeos são estruturados por partes e organizados por playlists. Então por exemplo, se é um jogo de plataforma a gameplay fica dividida por fases. Acho uma forma mais prática do telespectador encontrar algo específico do jogo, como um boss que ele não conseguiu derrotar e quer saber como eu fiz, ou como foi que consegui passar de determinada fase do game. Fique à vontade para explorar minha biblioteca de vídeos e se tiver alguma sugestão de gameplay para ser feita deixe nos comentários sua sugestão! =)
Mijinian
E aí pessoal blz? Estarei dando uma pausa no canal por motivo de férias! rs. Ficarei em OFF até o dia 10. Depois voltaremos com nossa programação normal, começarei a postar vídeos de Persona 2: Eternal Punishment pra gente fechar o primeiro arco dessa franquia! Volto em breve, agradeço pelo apoio e carinho de vcs! =)
1 year ago | [YT] | 1
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Mijinian
[Mini Review #3] The Sirena Expedition
Lançamento: 2023
Desenvolvedora: Giraffe Cat
Plataforma: Steam
Uns anos atrás navegando pela loja da Steam me deparei com um jogo que me chamou muito a atenção. Não tinha mecânicas complexas, gráficos estonteantes ou uma história bem elaborada, entretanto tinha outro fator que me pegava forte: a atmosfera. Era um jogo de exploração subaquática com gráficos de Psone e com toques de terror. Estou falando de The Sirena Expedition, um game idealizado por David Thatcher, produzido e distribuído pela Giraffe Cat, aliás esse foi seu primeiro jogo lançado!
Outra questão que tive com esse game é que na época que o descobri só existia uma demo e o trailer, o jogo não tinha sido lançado e não existia data de previsão de lançamento. Se não me engano, ficou na minha lista de desejos da Steam por uns bons anos, até que, finalmente o game foi lançado em Outubro de 2023. Antes tarde do que nunca!
Mas afinal de contas, do que se trata o The Sirena Expedition? Por que o pouco que vi me cativou tanto? Vamos começar pelo que entendi da história que é basicamente narrada pela protagonista e o diretor do instituto enquanto ela descreve tudo o que vê durante a expedição no decorrer da jornada.
Tudo começa com uma pesquisadora que estava em seu escritório tentando terminar seu expediente enquanto organizava uma papelada esparramada na mesa que estava lhe atrasando. Ao mesmo tempo que ela queria terminar o expediente, no fundo, ela não queria voltar pra casa pois alguma coisa lhe incomodava por dentro. De repente, o telefone toca: é o diretor do instituto onde ela trabalha que começou a falar, ainda que de forma desconexa, sobre algo que apareceu em uma pesquisa recente do projeto “The Sirena Deep”. Foi encontrada no fundo da Fossa das Marianas uma misteriosa instalação subaquática abandonada e nossa protagonista foi convocada para fazer uma expedição até esse local para coletar o máximo de informações sobre essa descoberta: quem construiu essa instalação? Para que foi usada? Talvez nossa pesquisadora encontre respostas, ou talvez as respostas a encontre.
Durante a exploração do local a pesquisadora descreve para o instituto tudo o que encontra pelo caminho, porém existe alguma coisa naquele local que a perturba, uma natureza opressora, uma sensação de que está sendo vigiada por algo, de que existem criaturas estranhas à espreita, será que existem mesmo ou é só a sua mente lhe pregando uma peça? À Medida que ela se lança nas profundezas daquela estranha instalação novas descobertas trarão à tona que talvez essa expedição não tenha sido um mero acaso do destino.
Além da narrativa, outros 2 fatores caminham de mãos juntas para trazer a imersão do jogador e a sensação de que você está ali há vários metros de profundidade caminhando naquelas inóspitas instalações abandonadas: a jogabilidade e o som. Apesar de parecer lento, eu gosto muito da forma como o personagem anda debaixo da água, como salta... fico me imaginando ali dando longos saltos, apesar de a física não funcionar dessa forma na vida real (já que no jogo parece que você está caminhando na lua hehe). Outra mecânica que aprendemos logo no início do jogo é a habilidade de trocar de lugar com algum objeto com o poder da mente, por exemplo, se tem uma caixa numa plataforma à 2 metros de altura eu posso usar essa habilidade para trocar de lugar com aquela caixa e alcançar aquela plataforma. Aliás, a maioria dos Puzzles são projetados em cima dessa mecânica, mas nada muito complexo. Outro fator que traz toda essa sensação de estar nas profundezas do mar é o som com o barulho da respiração da protagonista através de seu traje de mergulho, o barulho das bolhas e a mescla disso tudo com elementos de terror, com a música complementando os momentos de aparições de criaturas e outras situações esquisitas.
Enfim, The Sirena Expedition foi uma grata experiência, apesar de ser um jogo bem curtinho, consegue trazer essa sensação de te levar para os lugares mais inóspitos do fundo do oceano.
2 years ago | [YT] | 1
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Mijinian
[Mini Review #2] The Immortal
Lançamento: 1990
Desenvolvedora: Sandcastle
Plataforma: Apple IIGS, DOS, Nes, Atari ST, Mega Drive e Microsoft Windows
Terminei recentemente o The Immortal, que era um jogo que eu sempre quis me aprofundar, mas nunca entendi o sistema de batalha. Dei uma lida no manual do jogo e vi que a batalha é bem mais simples do que parece. Basicamente a gente se esquiva até o inimigo ficar cansado depois desce a chapuletada nele!
Fora a estética do jogo e suas mecânicas que o fazem um jogo tão único na biblioteca do Genesis (levando em conta que foi a única versão que joguei), o que mais me chamou a atenção é a história, pra mim é o ponto forte do jogo.
Você controla um velho que, durante a exploração de uma masmorra nas profundezas da cidade de Erinoch, descobre uma mensagem do mago Mordamir, seu mestre e mentor. Acontece que a mensagem não era enderaçada a você, e sim a um sujeito chamado Dunric. Era um pedido de ajuda, Mordamir estava preso nos labirintos mais profundos da masmorra, que em alguns lugares vi que chamavam de Masmorra da Eternidade. Sabendo da condição do seu mestre, o velho bruxo parte para o seu resgate.
De início ele encontra um sujeito que é um servo de Mordamir, salva a sua vida e fica sabendo que ele também está em busca do Mago. paralelo a isso, está rolando uma guerra entre Goblins e Trolls na masmorra. Em um dado momento 'salvamos' a vida do rei dos goblins e passamos a ser seu aliado. Mais para frente encontramos em uma sala trancada uma garota chamada Ana, ela é filha de Dunric e nos conta que ela foi capturada por ordens de Mordamir, o que nos deixa com a pulga atrás da orelha (ele não estava cativo na masmorra?).
Avançando no jogo descobrimos que os goblins estão reunidos arquitetando um plano para destruir um criatura chamada Norlac, uma espécie de povo gigante. Essa criatura está bloqueando a passagem de uma fonte de água que fica nas profundezas da masmorra, acontece que não é uma água comum, é uma água encantada, falaremos disso mais tarde.
Perto do fim do jogo, encontramos o próprio Dunric, preso num calabouço, sendo torturando por um troll. Após matar o troll e conversar com ele, descobrimos que Mordamir nunca esteve cativo, ele tentou atrair Dunric para uma armadilha e mandou seu servo (aquele que a gente salva na primeira fase) sequestrar a filha de Dunric para manipulá-lo, entretanto, até aqui a razão disso não era clara ainda. Descendo as escadas para a próxima sala, damos de cara com o servo de Mordamir, que sabendo que descobrimos a verdade, tenta nos matar.
No final temos uma batalha com um dragão, só que aqui precisamos dar uma pausa pra passar o background do porquê de estarmos lutando contra esse dragão e por que nessa batalha Mordamir aparece e tenta nos matar.
Acontece que existia uma antiga civilização de dragões pacíficos que viviam nos labirintos mais profundos da masmorra, em Erinoch. Esta por sua vez, era uma antiga cidade murada, com suas abundantes fontes de juventude e habitantes eternamente jovens, incluindo Mordamir que vivia nesse lugar. Os dragões governavam a fonte de água da cidade por baixo, mas os governantes de Erinoch planejaram um cerco contra os dragões para controlar a água encantada. Mordamir apresentou ao conselho da cidade uma arma que ele criou para matar todos os dragões, mas não conseguiu usá-la por um motivo desconhecido (até então).
Mais tarde é revelado que toda a raça de dragões foi exterminada pelo exército da cidade em uma batalha feroz, exceto um que escapou do labirinto da masmorra e voltou para destruir a cidade e todos os seus habitantes. Mordamir, 1.000 anos depois, é o único sobrevivente de sua civilização, assim como o último dragão. Se lembram da arma que ele criou para matar dragões que ele não poderia utilizar? Essa arma é um amuleto que está em nossa posse e quem ler as suas runas destruirá seu alvo, porém irá se autodestruir também. Logo o objetivo de Mordamir é convencer alguém a utilizar o amuleto contra o dragão, para conseguir se livrar dele e ter o controle das fontes da juventude de Erinoch com sua água encantada.
Na batalha contra o dragão, na hora de usar o amuleto, quando recusamos fazer a leitura das runas, Mordamir surge, toma pra si o amuleto e diz que vai procurar outro aprendiz para que faça a leitura das runas para matar o dragão. É provável que Dunric tenha sido atraído para ser o portador do amuleto, mas como não teve êxito, Mordamir o deixou para morrer nos calabouços.
No fim, Mordamir, em posse do amuleto, estava protegido dos ataques do dragão, mas no momento em que o dragão o ataca, nós puxamos o amuleto para a nossa posse com magia de magnetismo e o Mago acaba sendo incinerado pelo fogo do dragão. Logo em seguida o dragão vai embora e Ana reaparece para nos puxar com uma corda para o salão superior.
O que acho mais incrível disso tudo é que o jogo é tão curtinho, mas tão curtinho, porém tem uma história extremamente rica. É uma pena que este jogo não teve uma continuação.
2 years ago (edited) | [YT] | 1
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Mijinian
E aí pessoal como estão? O meu canal já tem mais ou menos uns 5 anos de atividade e de lá para cá muita coisa mudou. Se pegarem os primeiros vídeos que postei verão que o áudio está horrível, não havia edição, a qualidade em geral era muito ruim. Até mesmo os vídeos mais recentes ainda têm muito o que melhorar, mas de certa forma, estão bem mais polidos que os antigos. O que eu quero dizer com isso tudo, é que algumas gameplays antigas precisavam de um remake, ou melhor uma revisitada por 2 motivos: a qualidade ficou muito ruim ou o jogo ganhou conteúdo adicional que não existia na época que eu joguei.
Vou dar alguns exemplos: Greendog e Prehistorik Man foram jogos upados no canal sem o som do game, só tem o som da minha voz, infelizmente só me atentei a isso quando já tinha gravado todos os vídeos e por conta disso lancei assim mesmo. Outra situação: Cuphead e Dandara não tinham DLCs lançadas porque eu joguei estes games bem na época de lançamento, então seria interessante revisitá-los para fazer este conteúdo inédito.
Dito isso, estarei criando um novo quadro no canal que batizei de “Revisitando”, para trazer uma gameplay mais atualizada destes jogos que joguei e que tiveram algum dos problemas mencionados. A organização atual das playlists funciona da seguinte forma: As gameplays estão organizadas em ordem numérica por colchetes: [001], [002], [003]... etc. Já as gameplays do quadro Revisitando serão organizadas da mesma forma, só que, com a utilização de chaves ao invés de colchetes, começando do 001: {001}, {002}, {003}... etc.
O jogo escolhido para estrear esse quadro será o Cuphead! A gameplay dele foi lançada no canal em 2018, porém, sua DLC (The Delicious Last Course) foi lançada apenas em 2022. Por conta disso, revisitaremos Cuphead, fazendo a sua campanha principal novamente e explorando o conteúdo da sua DLC. Espero que gostem!
E se quiserem que algum outro jogo que fiz no passado seja revisitado deixem suas sugestões nos comentários! =)
2 years ago | [YT] | 1
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Mijinian
E aí pessoal blz? Consegui adquirir recentemente o Street Fighter 6 que está sensacional. Decidi postar alguns vídeos de gameplay dele, apesar de estar atualmente postando gameplay da série Rayman. Eu raramente alterno gameplays no canal, mas como o Street Fighter será uma jogatina mais casual, enquanto estiver postando vídeos de Rayman 2: Revolution, vou estar postando um ou outro vídeo de Street Fighter numa playlist dele.
Lembrando também que se tiverem qualquer sugestão de gameplay é só deixar nos comentários, eu geralmente sempre atendo, apesar de demorar às vezes, rs.
Espero que curtam essa gameplay de Street Fighter 6. Lembrando que sou um jogador casual, então não esperem uma performance de Daigo kkk.
3 years ago | [YT] | 3
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Mijinian
[Mini Review #1] Rockin’ Kats
Lançamento: 1991
Desenvolvedora: Atlus Software Inc.
Plataforma: NES
[História]
Rockin’ Kats é um jogo de plataforma onde assumimos o controle de um gato azul chamado Willy, que é um músico de Jazz que utiliza o nome artístico de “The Rockin’ Kat” (daí o título do jogo). Num certo dia, o chefe do crime local conhecido como Mugsy sequestra Jill, a namorada de Willy. Para resgatar sua amada e derrotar o gângster, Willy deve se aventurar por diversas áreas que são acessadas por meio de um aparelho de TV, como se fossem canais de televisão temáticos, e só assim poderá ter seu acerto de contas com Mugsy.
[Jogabilidade]
Willy utiliza uma arma que dispara um soco com mola sendo sua principal forma de atacar os inimigos. Além disso, com essa arma ele pode segurar e arremessar objetos nos adversários; pode se pendurar em mastros e ganchos para passar por longos precipícios ou alcançar lugares mais altos; e pode usar como pula-pula disparando a arma pra baixo evitando dano de áreas com espinhos por exemplo.
Existem ainda itens que podem ser adquiridos no Shopping que variam de upgrades pra arma, novos acessórios e vida extra. Estes podem ser comprados com dinheiro coletado derrotando inimigos e pegando sacos de dinheiro durante as fases. Toda essa variedade de itens traz bastante dinâmica na exploração das fases.
O jogo é dividido em 5 fases, sendo que as 4 primeiras podem ser feitas em qualquer ordem e após finalizar o jogo, no pós-game você tem acesso a uma fase extra onde você vai precisar botar a prova todas as suas habilidades adquiridas para poder reencontrar Mugsy mais uma vez para uma revanche!
[Minhas Impressões]
Esse jogo pra mim tem bastante apelo nostálgico porque foi um dos primeiros jogos que desejei muito ter. Conheci através da Revista Videogame nº 09, que foi a primeira revista que eu tive lá por volta de 1990, onde Rockin’ Kats era o jogo da capa dessa edição. Consegui jogar pela primeira vez quando fui numa locadora de Taguatinga com minha mãe e tinha esse jogo, não pensei duas vezes e aluguei por um fim de semana. Uma pequena frustração que eu tive é que o detonado da revista meio que não serviu de nada, as dicas no geral eram meio genéricas demais e o detonado só ia até a fase 4! Mesmo assim, um fim de semana foi o suficiente para poder finalizar o jogo. A dificuldade eu diria que é mediana, achei tudo bem equilibrado nesse sentido, os gráficos são bonitos, os personagens tem seu charme, as músicas são boas e a jogabilidade também.
Enfim, Rockin’ Kats é um dos meus jogos preferidos do NES! Eu super recomendo para quem é fã de jogos de plataforma retrôs!
3 years ago | [YT] | 1
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