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Aqui, farei uma análise detalhada de críticas, resenhas e retrospectivas de videogames que tanto gosto. O objetivo destes vídeos é examinar desde análises de personagens e tramas que me cativam até práticas da indústria, e, de forma geral, discutir sobre jogos que despertam em mim um amor (ou ódio) especial.




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ASSISTE AQUI 👉 https://www.youtube.com/watch?v=IU1OW...
Você possui um jogo de conforto? Aquele título que sempre parece estar à sua espera nos momentos mais difíceis, quando tudo o que você precisa é desacelerar e esquecer um pouco dos problemas? Neste vídeo, converso sobre o conceito de comfort games e como jogos como Animal Crossing: New Horizons e Stardew Valley conquistaram tantos jogadores ao oferecer experiências acolhedoras, familiares e livres de pressão. Um papo sobre videogames, conforto e a necessidade de encontrar pequenos refúgios em meio à correria do dia a dia.

3 days ago | [YT] | 12

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Falando apenas das "principais marcas" da indústria, qual você acha que foi melhor após os eventos da NÃO E3?

4 days ago | [YT] | 14

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👉store.steampowered.com/app/2333000/Silver_Pines/ (JOGUE A DEMO)
Joguei a demo de SILVER PINES e como um amante de survival-horror, ele me surpreendeu bastante. É o típico caso de você ir imaginando algo e receber muito mais do que criou em mente.

A perspectiva de câmera lateral funcionou muito bem com o estilo adotado. A arte é muito bonita, misturando um 2D com 3D bem equilibrados. Adorei a atmosfera do jogo. Lembra MUITO Silent Hill. Até a trilha sonora que te acompanha cria aquela tensão de horror dos jogos clássicos.

Resolução de quebra-cabeças, administração de itens, inventário limitado. Até o combate que, mesmo difícil em alguns momentos, tá muito bem construído.

Gostei da mecânica de tirar foto de áreas pelo cenário que demandam alguma ação posterior, e aí, quando você abre o mapa, pode ver o mesmo local e lembrar que precisa voltar ali. E a forma que você salva também é bem criativa, usando telefones públicos, tendo que usar dinheiro.

Por ser uma demo, ainda não tem tradução para PT-BR, mas isso já está confirmado para a versão final. Outro destaque é dos personagens terem uma dublagem, o que dá uma personalidade para cada um deles.

Já estava no hype. Jogar a demo aumentou o nível absurdamente.

O jogo também estará disponível para XBOX e PS5.

1 week ago | [YT] | 13

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Resolvi ligar a câmera, o microfone e falar sobre esse negócio de rotular as pessoas que pensam diferente de outras. GTA VI nem foi lançado, mas já trouxe esse problema, onde parece uma obrigação você TER que estar "HYPADO" pelo jogo. Mas isso não é verdade.

1 week ago | [YT] | 6

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LINK: discord.gg/FayUsr6pdT
Passando aqui pra divulgar o servidor do DISCORD do canal. Entra lá pra bater um papo com uma galerinha bem legal, educada e gente fina demais!

1 week ago | [YT] | 8

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YOUTUBE: https://youtu.be/weqWNQcWHJA
SPOTIFY: open.spotify.com/episode/0o7IELeJC37oCKalfkA7px?si…
Eu e meu amigo ‪@OtaldoTito‬ estamos empenhados com nosso "podcast". Então se tu curte esse tipo de conteúdo, escuta aí ou nos veja falando de uma maneira descontraída sobre jogos COM serviço. Eu não gosto de trabalhar em videogame, e você?

1 week ago | [YT] | 7

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Uma análise de REPLACED que vai além do visual impressionante. Neste vídeo, falo sobre fotografia nos videogames, direção de arte, narrativa visual e como a Sad Cat Studios construiu uma das atmosferas cyberpunk mais interessantes dos últimos anos. Entre desumanização, desigualdade social, identidade e tecnologia, REPLACED mostra que pixel art pode carregar tanto peso quanto qualquer superprodução.

1 week ago | [YT] | 5

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Correndo o risco de perder inscritos (e um grande foda-se pra isso), quero indicar esse jogo, aproveitando que junho é o mês do Orgulho LGBTQIA+

Tell Me Why (GRÁTIS NA STEAM durante o mês de JUNHO) mostra a Don’t Nod em um de seus trabalhos mais equilibrados, misturando elementos sobrenaturais com temas humanos complexos sem deixar que um engula o outro. Assim como em Life is Strange, o estúdio aborda questões delicadas, mas aqui o foco está na história de Tyler, um homem trans que retorna à cidade natal ao lado da irmã gêmea, Alyson, para desvendar o que realmente aconteceu na noite da morte de sua mãe.

O jogo trata a identidade de Tyler com naturalidade. Em vez de reduzir o personagem à sua condição de homem trans, o apresenta como uma pessoa completa, com conflitos, desejos e traumas próprios. Essa escolha reforça a ideia de que representatividade não significa transformar uma característica em toda a personalidade de alguém, mas reconhecer sua humanidade.

A investigação sobre a morte da mãe dos protagonistas é o principal motor da narrativa. Conforme os irmãos revisitam memórias do passado, descobrem que suas lembranças nem sempre são confiáveis. O jogo trabalha constantemente com diferentes perspectivas, obrigando a gente a questionar conclusões precipitadas e a considerar vários lados da mesma história.

O destaque de Tell Me Why está justamente nessa recusa em dividir seus personagens entre certos e errados. Pessoas que inicialmente parecem preconceituosas demonstram disposição para aprender. Outras, guiadas por crenças religiosas ou tradições, revelam nuances inesperadas. O mesmo vale para Alyson, que carrega cicatrizes emocionais profundas e enfrenta crises de ansiedade que afetam sua percepção dos acontecimentos.

Além do mistério bem construído, o jogo trata com cuidado a representação trans e a cultura indígena Tlingit, desenvolvidas com a participação de consultores e pessoas diretamente ligadas a essas vivências. Isso ajuda a criar uma narrativa mais autêntica e respeitosa.

Tell Me Why é uma história sobre identidade, família, culpa, memória e compreensão. Um jogo que usa seu mistério para discutir pessoas, não rótulos, e que convida o jogador a olhar além das primeiras impressões antes de formar qualquer julgamento.

1 week ago (edited) | [YT] | 55

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Bora falar sobre um dos jogos mais lindos e bem feitos dos últimos anos...
01.07 | 19h

2 weeks ago | [YT] | 34

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Blue Period fala sobre arte, insegurança, talento e a sensação de estar atrasado enquanto o resto do mundo parece já ter encontrado um caminho. Mas quanto mais eu assistia, mais percebia como tudo aquilo também conversa com jogos indies e com o processo de criar alguma coisa sem saber se você realmente é “bom o bastante” pra isso.

Nesse vídeo, eu uso Blue Period para falar sobre criatividade, desenvolvimento de jogos, síndrome do impostor, persistência e por que tantas obras marcantes nasceram de pessoas comuns tentando descobrir o que estavam fazendo no caminho.

2 weeks ago | [YT] | 6