"Ligação". Quem ouve acha que é uma chamada de telefone, mas não. Não tem nenhum celular nesse vídeo. Ligação é um bairro rural aqui de Ubá, que nesse último fim de semana foi tomado por uma desorganizada — porém animada — festa gastronômica, com shows ao vivo.
Para meu completo susto, o evento lotou. Eu não esperava por aquilo. Filas e mais filas de carros estacionados dos dois lados da estrada, um trânsito parado... e eu, lá estava eu, na minha motinha, tendo que me esgueirar entre os retrovisores. Imagina a cena.
Como estou querendo gravar memórias antes de me mudar para o Sul, aproveitei os convites de amigos e do coletivo das meninas para dar o meu último "oi". E o melhor desses eventos são justamente os reencontros. Mesmo que seja na fila da revista, não importa.
E por que não encontrar amigos trabalhando? Melhor ainda, amigos trabalhando com cerveja artesanal! O Ricardo é uma das pessoas mais "canivete suíço" que eu conheço. Já foi o mais cabeludo, o melhor integrante de banda — de forró a hardcore. E hoje, pelas conversas com minha sobrinha e a amiguinha dela, está se saindo um ótimo padrasto, presente e bem-humorado.
E um cozinheiro, sim! Quem faz cerveja é um cozinheiro, um feiticeiro, um alquimista que mistura sabores e ingredientes em temperaturas exatas, controlando até o esfriamento. Eu sei disso porque também já fui um. A Stone Brothers foi uma sidequest da vida que me ensinou muito. Mas, infelizmente, não tínhamos capital financeiro para regularizar todos os "paranauês" e conseguir vender. Acabou se tornando um hobby… um hobby muito caro. Ainda tenho as panelas, sabe?
O Hélio e a Jenys são amigos de décadas. Com tanta gente, demorei para achá-los. Um casal que tem meu respeito e carinho absolutos. Tive que me despedir dele direito.
Como toda boa praça mineira que se preze, tinha suas velhinhas e uma igrejinha bonitinha. Uma coisa que mudou para melhor nessas festas foram esses espaços kids para as crianças brincarem enquanto os pais curtem os shows. E, claro, só poderia ser gratuito.
Aí começou o show do Caputo. Segundo a Luma, foi ele quem agilizou o evento e chamou as bandas. Froids que nenhuma recebeu para tocar, é só para portfólio mesmo… Mas melhor do que nada, né?
A Luma e o Gabriel, o LePetitCanino — quase o apresentei assim para o Miron, haha!
Depois de degustar as cervejas, partimos para as comidas para ver o que estavam servindo. Carnes, massas… mas preferi seguir a dica da Fábia: fui de peixe. A Lara pegou seu churros para adoçar um pouco o paladar. E aí cismaram de posar no estande da Sicreed, rsrs!
E assim finalizamos a noite. A rua ainda estava cheia de carros, e eu… bem, eu fui com a minha motinha do Akira, rindo sozinho no escuro.
Um dos eventos que mais me marcaram em São Paulo foi a experiência de filmar e estar na presença de um Rei de África, que visitou o Brasil pela primeira vez.
Após passar pela Bahia e Brasília, ele veio a São Paulo para ministrar uma Aula Magna no Centro Cultural Casa de Angola. Foi uma imersão profunda na cultura, sabedoria medicinal e ancestralidade africanas. Sinto que essa experiência me transformou como pessoa.
Agradeço à Cultura.Rec por proporcionar essa oportunidade única e ao Centro Cultural por me convidar e permitir que eu fosse parte desse momento especial. Espero que vocês gostem do vídeo, que foi gravado há dois anos, mas que agora posso finalmente compartilhar.
Diego Neves
Uma Despedida de Ligação
"Ligação". Quem ouve acha que é uma chamada de telefone, mas não. Não tem nenhum celular nesse vídeo. Ligação é um bairro rural aqui de Ubá, que nesse último fim de semana foi tomado por uma desorganizada — porém animada — festa gastronômica, com shows ao vivo.
Para meu completo susto, o evento lotou. Eu não esperava por aquilo. Filas e mais filas de carros estacionados dos dois lados da estrada, um trânsito parado... e eu, lá estava eu, na minha motinha, tendo que me esgueirar entre os retrovisores. Imagina a cena.
Como estou querendo gravar memórias antes de me mudar para o Sul, aproveitei os convites de amigos e do coletivo das meninas para dar o meu último "oi". E o melhor desses eventos são justamente os reencontros. Mesmo que seja na fila da revista, não importa.
E por que não encontrar amigos trabalhando? Melhor ainda, amigos trabalhando com cerveja artesanal! O Ricardo é uma das pessoas mais "canivete suíço" que eu conheço. Já foi o mais cabeludo, o melhor integrante de banda — de forró a hardcore. E hoje, pelas conversas com minha sobrinha e a amiguinha dela, está se saindo um ótimo padrasto, presente e bem-humorado.
E um cozinheiro, sim! Quem faz cerveja é um cozinheiro, um feiticeiro, um alquimista que mistura sabores e ingredientes em temperaturas exatas, controlando até o esfriamento. Eu sei disso porque também já fui um. A Stone Brothers foi uma sidequest da vida que me ensinou muito. Mas, infelizmente, não tínhamos capital financeiro para regularizar todos os "paranauês" e conseguir vender. Acabou se tornando um hobby… um hobby muito caro. Ainda tenho as panelas, sabe?
O Hélio e a Jenys são amigos de décadas. Com tanta gente, demorei para achá-los. Um casal que tem meu respeito e carinho absolutos. Tive que me despedir dele direito.
Como toda boa praça mineira que se preze, tinha suas velhinhas e uma igrejinha bonitinha. Uma coisa que mudou para melhor nessas festas foram esses espaços kids para as crianças brincarem enquanto os pais curtem os shows. E, claro, só poderia ser gratuito.
Aí começou o show do Caputo. Segundo a Luma, foi ele quem agilizou o evento e chamou as bandas. Froids que nenhuma recebeu para tocar, é só para portfólio mesmo… Mas melhor do que nada, né?
A Luma e o Gabriel, o LePetitCanino — quase o apresentei assim para o Miron, haha!
Depois de degustar as cervejas, partimos para as comidas para ver o que estavam servindo. Carnes, massas… mas preferi seguir a dica da Fábia: fui de peixe. A Lara pegou seu churros para adoçar um pouco o paladar. E aí cismaram de posar no estande da Sicreed, rsrs!
E assim finalizamos a noite. A rua ainda estava cheia de carros, e eu… bem, eu fui com a minha motinha do Akira, rindo sozinho no escuro.
10 months ago | [YT] | 1
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Diego Neves
Um dos eventos que mais me marcaram em São Paulo foi a experiência de filmar e estar na presença de um Rei de África, que visitou o Brasil pela primeira vez.
Após passar pela Bahia e Brasília, ele veio a São Paulo para ministrar uma Aula Magna no Centro Cultural Casa de Angola. Foi uma imersão profunda na cultura, sabedoria medicinal e ancestralidade africanas. Sinto que essa experiência me transformou como pessoa.
Agradeço à Cultura.Rec por proporcionar essa oportunidade única e ao Centro Cultural por me convidar e permitir que eu fosse parte desse momento especial. Espero que vocês gostem do vídeo, que foi gravado há dois anos, mas que agora posso finalmente compartilhar.
10 months ago | [YT] | 0
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Diego Neves
Qual thumbnail usar galera?
10 months ago | [YT] | 0
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Diego Neves
https://youtu.be/aKlxqHziTUk
1 year ago | [YT] | 0
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Diego Neves
Daqui a pouco sai a entrevista com o @JovemNerd
2 years ago | [YT] | 2
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Diego Neves
O que estão achando da série de vídeos da @PerifaCon ?
2 years ago | [YT] | 0
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