Um veículo de comunicação digital especializado em diabetes, nascido de uma história real.
Nossa missão é informar, educar e representar as pessoas que convivem com diabetes tipo 1, tipo 2 e outros tipos por meio de uma comunicação acessível, confiável e transformadora.
Estamos presentes nas principais plataformas digitais e temos um portal de notícias, acesse:
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Um Diabético
O Ramadã é um dos períodos mais importantes da religião islâmica e inclui o jejum entre o nascer e o pôr do sol.
Para pessoas com diabetes tipo 1, porém, essa prática exige atenção, pois o jejum prolongado pode aumentar o risco de hipoglicemia, hiperglicemia e cetoacidose diabética.
Segundo endocrinologistas, a decisão de jejuar deve ser individualizada e tomada somente após avaliação médica.
Entre os fatores analisados estão o controle da glicemia, histórico de hipoglicemias graves, episódios de cetoacidose, tratamento utilizado, presença de complicações, conhecimento sobre contagem de carboidratos e capacidade de ajustar as doses de insulina.
O uso de tecnologias, como sensores de monitorização contínua da glicose e bombas de insulina, também pode contribuir para um acompanhamento mais seguro.
As diretrizes da International Diabetes Federation (IDF), em parceria com a Diabetes and Ramadan International Alliance (DAR), recomendam que todos os pacientes passem por uma avaliação estruturada de risco antes do início do Ramadã.
Pessoas consideradas de muito alto risco, como aquelas com hipoglicemias graves recentes, cetoacidose, diabetes descompensado, gestantes com diabetes tipo 1, doença renal avançada e crianças pequenas, geralmente são orientadas a não realizar o jejum.
A reportagem também traz o relato de um muçulmano com diabetes tipo 1, que afirma que o maior desafio durante o Ramadã é manter a glicemia estável.
Ele destaca que, quando surgem sinais de hipoglicemia ou outro problema de saúde, a própria tradição islâmica prevê que o jejum seja interrompido para preservar a vida e a saúde.
Os especialistas reforçam que, quando o jejum é considerado seguro, é necessário elaborar um plano individualizado, com ajustes na insulina, monitorização frequente da glicose, organização das refeições do Suhoor e do Iftar e definição prévia das situações em que o jejum deve ser interrompido.
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#umdiabetico #diabetestipo1 #ramadã #tratamento
16 hours ago | [YT] | 40
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Um Diabético
As eleições são um dos momentos mais importantes da democracia. Durante o período eleitoral, a Justiça Eleitoral estabelece regras específicas para a comunicação no ambiente digital, que se aplicam à divulgação de conteúdos nas redes sociais com o objetivo de promover maior transparência, combater a desinformação e preservar a integridade do processo eleitoral.
Por isso, o Um Diabético adotará uma postura ainda mais criteriosa em todas as suas plataformas. Além de cumprir integralmente a legislação eleitoral, reforçamos nosso compromisso de permanecer apartidários, sem declarar apoio ou preferência por candidatos, partidos políticos, federações ou coligações.
Algumas publicações poderão ser revisadas, adiadas ou não publicadas e, em situações específicas, os comentários poderão ser temporariamente desativados como medida preventiva para garantir que nossos canais permaneçam dedicados à informação, à educação em saúde e ao diálogo respeitoso com a comunidade.
Se você deseja conhecer melhor as regras que orientam a comunicação durante as Eleições 2026, acesse o portal oficial do Tribunal Superior Eleitoral:
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Seguimos comprometidos com a informação responsável, a transparência e o respeito à nossa comunidade.
2 days ago | [YT] | 93
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Um Diabético
É oficial: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que estabelece direitos para pessoas com diabetes tipo 1 em todo o Brasil.
A Lei nº 15.439 foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (29), mas existe um detalhe importante: os direitos previstos ainda não passam a valer imediatamente.
A própria lei determina que ela entrará em vigor somente 180 dias após a publicação oficial. Esse período servirá para que os órgãos públicos e demais instituições se adaptem às novas regras.
Entre os principais direitos previstos estão o acesso aos medicamentos, insulinas e insumos necessários ao tratamento pelo SUS, o direito ao uso de sensores de glicose, bombas de insulina e outros dispositivos em escolas e ambientes de trabalho, além de pausas durante aulas, jornada de trabalho e provas de concursos para monitorar a glicemia, aplicar insulina e se alimentar quando necessário.
A legislação também prevê adaptações razoáveis nas escolas e no ambiente profissional, cardápios escolares adequados às necessidades nutricionais, apoio psicossocial, validade indeterminada do laudo médico de diabetes tipo 1 e a possibilidade de incluir informações sobre a condição na Carteira de Identidade Nacional.
Outro ponto importante é que a lei proíbe qualquer forma de discriminação relacionada ao diabetes tipo 1 ou ao uso de dispositivos como sensores, bombas de insulina e glicosímetros.
A sanção ocorreu com veto ao parágrafo único do artigo 2º. Com isso, a lei mantém que o reconhecimento da pessoa com diabetes tipo 1 como pessoa com deficiência dependerá dos critérios já previstos no Estatuto da Pessoa com Deficiência, não sendo automático.
A aprovação marca o fim da tramitação do projeto no Congresso Nacional. O texto havia sido elaborado após o veto do antigo PL 2687 e recebeu aprovação unânime na Câmara dos Deputados antes de seguir para sanção presidencial.
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#Diabetes #DiabetesTipo1 #UmDiabético #Lula
3 days ago | [YT] | 227
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O ex-jogador e senador Romário tornou-se um dos casos mais conhecidos de cirurgia metabólica no Brasil após passar pelo procedimento, em 2016, para controlar o diabetes tipo 2.
Segundo ele, a glicemia caiu de mais de 400 mg/dL para cerca de 90 mg/dL após a cirurgia, além da perda de peso. O caso ajudou a popularizar o tratamento, mas também levantou dúvidas sobre quem pode fazer o procedimento e se ele realmente “cura” o diabetes.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a cirurgia metabólica é indicada para pacientes com diabetes tipo 2 que apresentam obesidade e dificuldade para controlar a glicose mesmo com tratamento clínico.
Ela utiliza técnicas semelhantes às da cirurgia bariátrica, como bypass gástrico e sleeve, mas tem como principal objetivo melhorar o controle metabólico, e não apenas promover emagrecimento.
Especialistas explicam que a indicação deve ser individualizada e leva em conta fatores como tempo de diagnóstico, reserva de produção de insulina pelo pâncreas e outras condições de saúde.
Quanto mais cedo a intervenção é realizada em pacientes elegíveis, maiores tendem a ser as chances de sucesso no controle da glicose.
Outro ponto destacado pela SBD é que a cirurgia não representa a cura do diabetes. O termo correto é remissão, quando a pessoa mantém níveis normais de glicose sem medicamentos por um período, mas a doença pode voltar, especialmente em caso de reganho de peso ou progressão natural do diabetes.
A entidade também esclarece que o procedimento não é indicado para pessoas com diabetes tipo 1 e reforça que alimentação equilibrada, atividade física e acompanhamento médico continuam sendo fundamentais, mesmo após a cirurgia.
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#umdiabetico #diabetestipo2 #romario #cirurgiametabolica #controledaglicose
3 days ago | [YT] | 80
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Um Diabético
Que tal começar a semana com uma nova leitura? 📚💙
Entender melhor o diabetes também faz parte do tratamento. E alguns livros podem ajudar a esclarecer dúvidas sobre glicose, insulina, alimentação, tecnologia e a rotina de quem convive com a condição.
Reunimos cinco títulos que trazem conhecimento, experiências e informações para quem quer aprender mais sobre o diabetes, seja após o diagnóstico ou em qualquer fase da vida.
📖 Acesse a matéria completa no www.umdiabetico.com .br
Você já leu algum deles? Tem outro livro que indicaria? Conta pra gente nos comentários. 👇
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4 days ago | [YT] | 85
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Um Diabético
Diagnosticada com diabetes tipo 1 aos 8 anos, Lila Moss contou que, quando recebeu a notícia, ficou em choque e não entendia o que a doença significava.
Segundo a modelo, tudo o que sabia sobre diabetes vinha de um episódio da série Hannah Montana, que mostrava um personagem convivendo com a condição.
Filha da supermodelo Kate Moss, Lila aprendeu a incorporar o tratamento à rotina e passou a aparecer publicamente usando a bomba de insulina e o sensor de glicose sem tentar escondê-los.
Em 2021, chamou atenção ao desfilar na Semana de Moda de Milão com a bomba de insulina visível na coxa. Cinco anos depois, voltou a repercutir ao participar do Met Gala 2026 com o sensor de glicose integrado ao look.
Em entrevista à Vogue, a modelo revelou que costuma chamar o controle da bomba de insulina de "bat-telefone" quando conhece pessoas novas.
Ela também afirmou ter orgulho de usar sua visibilidade para ampliar a conscientização sobre o diabetes tipo 1 e mostrar que "ser diferente é algo positivo".
Sua trajetória também inspirou uma homenagem da Barbie. A marca lançou uma boneca baseada em Lila Moss, equipada com monitor contínuo de glicose, bomba de insulina e um dispositivo na bolsa que faz referência aos equipamentos utilizados no tratamento.
A iniciativa integrou uma coleção criada para representar crianças que convivem com diabetes tipo 1 e reforçar a importância da representatividade.
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5 days ago | [YT] | 103
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Um Diabético
Nem tudo precisa fazer sentido no começo. Mas, com o tempo, algumas respostas chegam… e mudam completamente a forma de viver com diabetes.
Entre dúvidas, medos e descobertas, existe um caminho que muita gente só entende depois. E algumas dessas respostas podem te surpreender. Ah, e tem uma virada importante nessa história: tecnologia também faz parte desse processo.
O sensor FreeStyle Libre 2 Plus permite acompanhar a glicose em tempo real e receber alertas, ajudando a entender melhor o próprio corpo no dia a dia.
Agora me conta… você também já teve essas perguntas?
➡️ Arraste para o lado e veja o que eu diria hoje
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As opiniões expressas nesse conteúdo não devem ser utilizadas para diagnóstico ou tratamento médico, nem como substituto de aconselhamento médico profissional. Os sintomas, situações e circunstâncias individuais podem variar.
5 days ago | [YT] | 64
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Um Diabético
O Mineirão e outros pontos de Belo Horizonte foram iluminados de azul na noite desta sexta-feira (26) em uma mobilização pelo Dia Nacional do Diabetes.
A ação reuniu famílias e pessoas que convivem com a condição na Esplanada do Mineirão para chamar atenção para a importância da conscientização e para a necessidade de ampliar o acesso ao tratamento e às tecnologias.
Além do estádio, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o Mercado Central, a FIEMG e outros locais da capital também receberam iluminação especial em apoio à causa.
Durante a mobilização, o Instituto Tipo 1 reforçou a importância da regulamentação da lei que prevê o fornecimento de sensores de monitoramento contínuo da glicose em Belo Horizonte, já aprovada, mas que ainda aguarda regulamentação para que o benefício chegue às pessoas que dele dependem.
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6 days ago | [YT] | 75
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Um Diabético
O mercado brasileiro de medicamentos à base de semaglutida poderá ganhar mais uma opção nos próximos meses.
A Hypera Pharma confirmou ao Portal Um Diabético que protocolou na Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) o pedido de análise de preço da sua caneta de semaglutida, que deverá receber o nome comercial Semavy.
O protocolo faz parte das etapas obrigatórias para a comercialização do medicamento, mas não significa que ele será lançado imediatamente.
Antes de chegar às farmácias, a Semavy ainda precisa obter o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e concluir o processo de definição de preço pela CMED.
A semaglutida pertence à classe dos agonistas do receptor de GLP-1 e é utilizada no tratamento do diabetes tipo 2. Em apresentações específicas aprovadas pelos órgãos reguladores, também é indicada para obesidade.
O medicamento ajuda no controle da glicemia ao estimular a produção de insulina quando necessário, reduzir a produção de glicose pelo fígado, retardar o esvaziamento do estômago e aumentar a sensação de saciedade.
O avanço da Hypera ocorre após o fim da proteção patentária da semaglutida no Brasil, o que permitiu que outras empresas passassem a desenvolver medicamentos com o mesmo princípio ativo.
A expectativa é que a ampliação das opções disponíveis contribua para aumentar o acesso a essa classe terapêutica, embora isso não signifique redução imediata dos preços.
Em posicionamento conjunto, a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) reforçaram que todas as novas versões da semaglutida precisam ser aprovadas pela Anvisa, responsável por avaliar critérios de qualidade, segurança e eficácia antes da autorização para comercialização.
Até o momento, a Hypera não informou quando pretende lançar a Semavy nem qual será o preço do medicamento.
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#umdiabético #diabetes #semaglutida #hypera #semavy
6 days ago | [YT] | 60
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Um Diabético
Pessoas com diabetes tipo 1 na Faixa de Gaza enfrentam dificuldades para manter o tratamento em meio à escassez de insulina, glicosímetros e tiras de teste.
Em entrevista ao Portal Um Diabético, Hamza Al-Ghazali, de 20 anos, morador do bairro de Al-Zaytoun, no norte de Gaza, relata que precisou reduzir a própria alimentação para fazer uma única caneta de insulina durar mais tempo durante os períodos de bloqueio e falta de medicamentos.
Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 9 anos, Hamza conta que, mesmo antes da guerra, já precisava comprar toda a insulina e os insumos com recursos próprios. Ele utilizava seis canetas por mês, sendo três de NovoRapid e três de Levemir.
Na época, cada caneta custava cerca de 35 shekels israelenses (ILS), aproximadamente R$ 61. Atualmente, segundo ele, os preços variam entre 35 e 90 ILS, o equivalente a cerca de R$ 61 a R$ 157 por unidade, quando o medicamento pode ser encontrado.
Além da falta de insulina, Hamza afirma que a escassez de glicosímetros e de tiras reagentes dificulta o controle da glicose. Segundo ele, entram poucas unidades desses materiais em Gaza e, quando as tiras acabam, muitas pessoas precisam comprar um aparelho novo apenas para conseguir um novo conjunto de tiras. O preço de um glicosímetro ultrapassou 100 dólares.
Hamza também participa de um grupo de WhatsApp com pessoas que vivem com diabetes tipo 1 em Gaza. Segundo ele, são frequentes os pedidos de ajuda para encontrar insulina e os relatos de pessoas que não conseguem comprar o medicamento, mesmo quando ele aparece para venda.
O jovem afirma que algumas organizações humanitárias conseguem levar suprimentos médicos ao território, mas diz que o volume não atende à demanda.
O jornalismo do Um Diabético procurou as organizações Life for a Child e T1 International para entender melhor a situação, saber quais ações estão em andamento e como é possível ajudar. Até a publicação desta reportagem, não houve retorno.
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6 days ago | [YT] | 86
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