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1 month ago | [YT] | 295
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Qual o tempo recomendado para o clampeamento tardio do cordão em neonatos a termo?
A resposta correta é a Letra B: Pelo menos 60 segundos.
Segundo as Diretrizes da AHA, para recém-nascidos a termo que não necessitam de ressuscitação imediata, o clampeamento do cordão umbilical deve ser adiado por pelo menos 1 minuto.
Mas por que devemos esperar? O principal motivo é o grande benefício clínico a longo prazo. Estudos mostram que aguardar esse tempo melhora os índices hematológicos e garante um estado nutricional de ferro muito melhor para a criança durante a infância.
E esse tempo não é desperdiçado!
Durante esses 60 segundos (ou mais), a equipe pode avaliar o recém-nascido, monitorá-lo e já iniciar o tão importante contato pele a pele com os pais.
Vale lembrar que, devido a essa espera, a saturação de oxigênio do bebê no primeiro minuto de vida não será obtida de forma rotineira.
Uma informação crucial: essa mesma regra se aplica aos bebês prematuros (com menos de 37 semanas) que não precisam de ressuscitação imediata. Para eles, o clampeamento tardio é ainda mais vital, pois está associado a uma redução direta da mortalidade.
Em resumo, a menos que o bebê precise de manobras imediatas para respirar, ter a paciência de esperar pelo menos 60 segundos é uma atitude simples que garante reservas de ferro para os bebês a termo e salva a vida dos prematuros!
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#APH #Neonatologia #ClampeamentoTardio #Enfermagem #MedicinaDeEmergencia
1 month ago | [YT] | 190
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Qual é a orientação para operadores de emergência (ex. regulação do SAMU) sobre RCP em crianças por leigos?
De acordo com as diretrizes da AHA, os operadores de centrais de emergência devem adaptar suas instruções para socorristas leigos dependendo da idade da vítima.
Enquanto para os adultos a recomendação é focar na RCP apenas com as mãos, para os bebês e crianças a regra é diferente: os operadores devem orientar a realização da RCP convencional, que inclui obrigatoriamente as ventilações (respirações de resgate).
Mas por que essa diferença é tão importante? A resposta está na causa fisiológica da Parada Cardiorrespiratória (PCR).
Diferente do que ocorre com os adultos, a PCR na pediatria raramente tem uma origem cardíaca primária. Na grande maioria das vezes, ela é o resultado final de uma insuficiência respiratória progressiva ou de um estado de choque. O problema principal começa com a falta de oxigênio.
Por conta disso, realizar apenas as compressões torácicas não é suficiente. É crucial fornecer as ventilações para garantir que o sangue que está sendo bombeado pelas compressões chegue devidamente oxigenado ao cérebro e ao coração da criança!
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#RCPPediatrica #SuporteBasicoDeVida #PrimeirosSocorros #SAMU192 #AtendimentoPreHospitalar
1 month ago | [YT] | 141
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1 month ago | [YT] | 167
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Sobre a remoção de capacetes na cena, é correto afirmar:
(Segundo o guideline de RMC da Wilderness Medical Society - WMS)
Você sabia que tentar ajudar tirando o capacete de uma vítima pode, na verdade, piorar a situação?
Segundo as diretrizes de 2024 da Wilderness Medical Society (WMS) para ambientes remotos, a remoção do capacete no local do acidente pode ser extremamente contraproducente.
Isso acontece por três motivos principais. O primeiro é que o próprio ato de tentar tirar o capacete gera um movimento perigoso na coluna cervical da vítima. O que deveria proteger acaba causando exatamente as torções e trações que a equipe de resgate deve evitar.
O segundo ponto é a enorme variedade de designs de capacetes no mercado, seja para ciclismo, escalada ou esqui. Tentar descobrir como desencaixar presilhas e fitas desconhecidas no meio do estresse de um resgate aumenta muito o risco de uma manipulação brusca do pescoço.
O terceiro motivo é que a remoção vai na contramão da filosofia atual de Proteção da Medula. O foco não é seguir técnicas padronizadas cegamente, mas sim garantir o objetivo de proteger a medula.
Por isso, a regra de ouro atual é: a menos que o capacete esteja impedindo a respiração ou bloqueando totalmente o acesso à via aérea (que sempre será a prioridade número um), a conduta mais segura é deixá-lo na cabeça do paciente!
A recomendação é utilizar apoios macios ao redor do capacete para restringir o movimento de forma confortável e segura, sem a necessidade de intervenções agressivas.
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#AtendimentoPreHospitalar #PrimeirosSocorros #ResgateSelvagem #Trauma #Socorrista
1 month ago | [YT] | 143
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1 month ago | [YT] | 187
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O colar cervical rígido afeta a pressão intracraniana (PIC)?
Você sabia que o uso de colares cervicais rígidos pode trazer consequências muito perigosas para o paciente? As novas diretrizes de 2024 da Wilderness Medical Society (WMS) trouxeram uma mudança importante na abordagem tradicional, confirmando que esse equipamento está, de fato, associado ao aumento da Pressão Intracraniana (PIC). Portanto, a resposta correta é a alternativa D!
Mas por que isso acontece? A aplicação do colar rígido ao redor do pescoço causa o que chamamos de "congestão venosa". O equipamento acaba apertando e comprimindo vasos sanguíneos cruciais, como as veias jugulares, que são as grandes responsáveis por drenar o sangue da cabeça.
Com a saída do sangue dificultada, ele acaba se acumulando no crânio, o que resulta no aumento direto da pressão lá dentro. Isso é um perigo enorme, especialmente em quadros de lesão cerebral global. Em uma situação de trauma grave, é comum que o paciente tenha sofrido impacto tanto na coluna quanto na cabeça. Elevar a pressão dentro de um crânio que já está sofrendo com inchaço ou sangramento agrava muito a lesão neurológica.
O aumento da PIC faz parte de um conjunto de riscos. As diretrizes também alertam que os colares rígidos aumentam o risco de aspiração, prejudicam o manejo da via aérea, restringem a respiração do paciente e ainda podem ocultar sinais clínicos críticos no pescoço.
Devido a esses riscos severos e à ausência de benefícios comprovados, a recomendação atual é forte e clara: colares cervicais rígidos não devem ser usados no atendimento pré-hospitalar em áreas selvagens. Se houver necessidade de proteger a coluna, as opções corretas e seguras são o uso de colares macios, a acomodação na posição de conforto ou a utilização do colchão a vácuo.
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#APH #AtendimentoPreHospitalar #Trauma #MedicinaSelvagem #Socorrista
1 month ago | [YT] | 100
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1 month ago | [YT] | 163
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Sobre os critérios de RMC NEXUS e Canadian C-spine, é correto afirmar:
A resposta correta é a Alternativa E (Podem ser usados no APH)!
As diretrizes atualizadas de 2024 da Wilderness Medical Society (WMS) dão grande destaque à validação e aplicação dos critérios NEXUS e Canadian C-spine fora do ambiente hospitalar.
O grande avanço dessas novas diretrizes é que estudos robustos validaram o uso do protocolo Canadian C-spine e dos critérios NEXUS diretamente no Atendimento Pré-Hospitalar (APH).
Em vez de depender de exames de imagem, como o raio-X, que são indisponíveis no meio da natureza ou na rua, profissionais devidamente treinados podem usar essas duas ferramentas de forma segura para decidir se a Restrição de Movimento da Coluna (RMC) é realmente necessária.
Mas como eles funcionam na prática? O NEXUS avalia 5 parâmetros clínicos fundamentais (como nível de alerta normal e ausência de dor na linha média cervical).
Já o Canadian C-spine é um protocolo que investiga três passos: fatores de alto risco (como idade ou mecanismo do trauma), fatores de baixo risco e, por fim, a capacidade de o paciente rotacionar o pescoço ativamente.
A confiabilidade dessas regras no APH é tão alta que elas se tornaram a base do novo algoritmo prático de 2024 da WMS. Isso garante muita autonomia ao profissional em áreas remotas!
Desde que tenha o conhecimento básico para avaliar o mecanismo de trauma e realizar o exame físico neurológico, o socorrista pode decidir com segurança quem precisa de proteção e quem pode sair andando da cena sem nenhuma intervenção.
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#APH #AtendimentoPreHospitalar #Socorrista #Trauma #MedicinaDeAreasRemotas
1 month ago | [YT] | 107
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1 month ago | [YT] | 104
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