QUEM SOMOS
ReUniR - Rede Unidade e Resistência é um coletivo de pessoas que buscam promover o debate, a interação e ações que favoreçam a superação do capitalismo e a construção de uma sociedade livre e igualitária.
NOSSOS OBJETIVOS
Promover e difundir uma cultura da tolerância e da inclusão.
Fortalecer as bases da igualdade racial, socioeconômica, de gênero e intergeracional.
Criar espaços para o diálogo entre os muitos atores da sociedade, contrapondo-se a toda forma de autoritarismo ou totalitarismo, de qualquer matiz ideológica.
Fortalecer as redes que cultivam o apreço à democracia e aos direitos humanos.
Incentivar a reflexão e a promoção de ações voltadas à construção de uma democracia efetivamente popular.
Expandir os laços afetivos entre seus participantes, criando, assim, uma extensa rede de solidariedade.
Rede Unidade e Resistência
FATO!!!!
1 week ago | [YT] | 19
View 0 replies
Rede Unidade e Resistência
O milionário que critica os pobres do bolsa família que "acham atalhos para permanecer no programa", que ganha milhões alimentando o vício nos jogos eletrônicos das bets, tenta todos os caminhos para pagar uma ambiental por ter se apropriado de área pública em frente à sua residência. São os cínicos de sempre.
Matéria do ICL Notícias.
O apresentador Luciano Huck levou 14 anos para quitar uma indenização ambiental determinada pela Justiça Federal após um processo movido pelo Ministério Público Federal envolvendo sua residência na Ilha das Palmeiras, em Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro. As informações são de Daniel Nascimento, de O Dia.
A ação teve início em 2010, quando o MPF acusou Huck de instalar, sem autorização ambiental, um cercado de boias em uma área de uso comum do mar. Segundo o órgão, a estrutura limitava o acesso à faixa costeira e caracterizava tentativa de apropriação indevida de espaço público.
matéria completa no link:
iclnoticias.com.br/huck-demorou-14-anos-para-pagar…
3 weeks ago | [YT] | 16
View 0 replies
Rede Unidade e Resistência
É o que sabe fazer o estado sionista, colonialista e racista!
3 weeks ago | [YT] | 23
View 3 replies
Rede Unidade e Resistência
PARA LEMBRAR SEMPRE!
1 month ago | [YT] | 6
View 1 reply
Rede Unidade e Resistência
O CONTUNDENTE TEXTO DE Nicholas Kristof, redator de opinião do New York Times (NYT) há 40 anos, com os relatos de palestinos sobre os abusos sexuais sofridos nas mãos de soldados, guardas e colonos.
O silêncio com que se depara o estupro de palestinos
Homens e mulheres palestinos descrevem abusos sexuais brutais nas mãos de guardas prisionais, soldados, colonos e interrogadores israelenses.
Por Nicholas Kristof*
É uma proposição simples: independentemente de nossas opiniões sobre o conflito no Oriente Médio, deveríamos ser capazes de nos unir para condenar o estupro.
Apoiadores de Israel fizeram esse argumento após as brutais agressões sexuais contra mulheres israelenses [N.T.: o que nunca foi comprovado] durante o ataque liderado pelo Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023. Donald Trump, Joe Biden, Benjamin Netanyahu e muitos senadores dos EUA, incluindo Marco Rubio, condenaram essa violência sexual, e Netanyahu corretamente conclamou “todos os líderes civilizados” a “se manifestarem”.
E, no entanto, em entrevistas dilacerantes, palestinos relataram a mim um padrão de violência sexual israelense generalizada contra homens, mulheres e até crianças — cometida por soldados, colonos, interrogadores da agência de segurança interna Shin Bet e, acima de tudo, guardas prisionais.
Não há evidências de que líderes israelenses ordenem estupros. Mas, nos últimos anos, eles construíram um aparato de segurança no qual a violência sexual se tornou, como colocou um relatório das Nações Unidas no ano passado, um dos “procedimentos operacionais padrão” de Israel e “um elemento central nos maus-tratos aos palestinos”. Um relatório publicado no mês passado pelo Euro-Med Human Rights Monitor, grupo de defesa sediado em Genebra frequentemente crítico a Israel, conclui que Israel emprega “violência sexual sistemática”, “amplamente praticada como parte de uma política estatal organizada”.
Como se parece esse procedimento operacional padrão? Sami al-Sai, 46 anos, jornalista freelancer, diz que, enquanto era levado a uma cela após sua detenção em 2024, um grupo de guardas o lançou ao chão.
“Todos estavam me batendo, e um pisou na minha cabeça e no meu pescoço”, contou ele. “Alguém abaixou minhas calças. Eles puxaram minha cueca.” E então um dos guardas puxou um cassetete de borracha usado para espancar prisioneiros.
“Eles tentavam forçá-lo dentro do meu reto, e eu me preparava para impedir, mas não consegui”, disse, falando com ansiedade crescente. “Foi muito doloroso.” Os guardas riam dele, afirmou. “Então ouvi alguém dizer: ‘Me deem as cenouras’”, recordou, acrescentando que depois usaram uma cenoura. “Foi extremamente doloroso”, disse. “Eu rezava pela morte.”
Al-Sai afirmou que estava vendado e ouviu alguém dizer em hebraico — idioma que ele compreende — “não tirem fotos”. Isso sugeriu a ele que alguém havia tirado uma câmera. Uma das guardas era uma mulher que, segundo ele, agarrou-o pelo pênis e pelos testículos e brincou: “estes são meus”, apertando-os até que ele gritasse de dor.
Os guardas o deixaram algemado no chão, e ele sentiu cheiro de fumaça de cigarro. “Percebi que era o intervalo deles para fumar”, disse.
Depois de ser jogado em sua cela, concluiu que o local onde havia sido estuprado já tinha sido usado antes, pois encontrou vômito, sangue e dentes quebrados de outras pessoas esmagados contra sua pele.
Al-Sai disse ter sido convidado a se tornar informante da inteligência israelense e acredita que o objetivo de sua prisão e encarceramento sob o sistema de detenção administrativa era pressioná-lo a concordar. Como se orgulhava de seu profissionalismo jornalístico, afirmou, recusou.
Passei minha carreira cobrindo guerras, genocídios e atrocidades, incluindo estupros, às vezes em lugares onde a escala da violência sexual é muito maior do que qualquer coisa cometida por militantes do Hamas ou por guardas ou colonos israelenses. No conflito de Tigré, na Etiópia, há alguns anos, talvez 100 mil mulheres tenham sido estupradas. Um estupro em massa está agora em curso no Sudão.
Ainda assim, os dólares dos impostos americanos subsidiam o aparato de segurança israelense, de modo que esta é uma violência sexual da qual os Estados Unidos são cúmplices.
Passei a me interessar em reportar agressões sexuais contra prisioneiros palestinos depois que Issa Amro, um ativista não violento às vezes chamado de “o Gandhi palestino”, me contou, quando o visitei anteriormente, que havia sido sexualmente agredido por soldados israelenses e acreditava que isso era comum, mas subnotificado devido à vergonha.
Segundo uma estimativa, Israel deteve 20 mil pessoas apenas na Cisjordânia desde os ataques de 7 de outubro, e mais de 9 mil palestinos ainda estavam presos até este mês. Muitos não foram acusados formalmente, mas detidos sob fundamentos de segurança vagamente definidos e, desde 2023, a maioria teve negadas visitas da Cruz Vermelha e de advogados.
artigo completo no site da Fepal:
fepal.com.br/o-silencio-com-que-se-depara-o-estupr…
1 month ago | [YT] | 5
View 0 replies
Rede Unidade e Resistência
ISRAEL É ESTADO TERRORISTA, AFIRMA THIAGO ÁVILA.
1 month ago | [YT] | 28
View 0 replies
Rede Unidade e Resistência
Enfim, livres das masmorras do estado genocida
1 month ago | [YT] | 23
View 0 replies
Rede Unidade e Resistência
JÁ PASSOU DA HORA DE ENFRENTAR O PROBLEMA DE FRENTE E ACABAR COM AS BETS NO BRASIL.
Essa praga já virou um câncer que destrói a vida de milhões de famílias brasileiras.
Portanto, é hora do governo federal tomar uma atitude: editar uma Medida Provisório com a proibição total das Bets no Brasil.
Tá certo que essas empresas são poderosas demais, tem muito poder econômico e político, compram parlamentares e corporações de mídia, algumas que possuam suas próprias bets.
Mas se um percentual tão alto de trabalhadores são contrários às Bets, com uma MP, Lula faria o que a maioria espera e jogaria no colo do Congresso Nacional a responsabilidade por derrubar a medida. OU seja, em ano eleitoral, deputados e senadores teriam que escolher entre os milhões das Bets para suas campanhas ou o desgaste político de derrubar a medida do Executivo.
Uma ação bem coordenada do governo, com muita propaganda teria um reflexo enorme na imagem de quem votasse para derrubar a MP.
1 month ago | [YT] | 9
View 0 replies
Rede Unidade e Resistência
Isso e muito mais!
1 month ago | [YT] | 17
View 1 reply
Rede Unidade e Resistência
1 month ago | [YT] | 16
View 0 replies
Load more